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COISAS PEQUENAS

 (...) Os efeitos dão um show de inventividade.
Imagens em primeiro plano, outras em segundo e ainda outras mais atrás. (...) Sombras coloridas, sim, coloridas.
Ator ao vivo virando sombra e virando ao vivo outra vez.
E tudo a serviço de contar uma divertida e, para as crianças, aterrorizante história de assombração.
Ou de sombração.

Ricardo Silvestrin
Zero Hora – Segundo Caderno
29/03/03


SACY PERERÊ: UMA OBRA ABERTA

Trata-se de um espetáculo imensamente criativo, dirigido tanto a crianças quanto a adultos, exatamente porque mexe e explora o campo da emoção e da poesia.
...um trabalho eminentemente experimental...
criando um novo modo de relacionamento com a platéia, absolutamente inédito entre nós.

Antônio Hohlfeldt
Jornal do Comércio
13/04/03


ARTE MILENAR NO TEATRO DE SOMBRAS
Sacy Pererê – A Lenda da Meia-Noite Faz sucesso com o público

As imagens projetadas no espetáculo atraiu (e prendeu) cerca de 700 pessoas, que tiveram acesso direto aos atores no final da peça.

Sonia Pillon
AN Jaraguá
3o Festival de Formas Animadas
Jaraguá do Sul/SC
15/08/03


TEATRO DE BONECOS

(...) Canela demonstrou mais uma vez que é capaz de atrair gente de todas as idades e em grande massa.
Sacy Pererê poderia figurar tranqüilamente como atração do horário nobre do festival. (...)

Hélio Barcelos Jr.
ESPAÇO PARA CRESCER
Jornal do Comércio
11/06/03


AS SOMBRAS DE MONTEIRO LOBATO
 (...)O teatro de sombras provocou risos e espanto na platéia com a lenda recontada em forma de poema audiovisual pela Cia Teatro Lumbra, de Porto Alegre.(...)

JORNADA NACIONAL DE LITERATURA DE PASSO FUNDO
Zero Hora – Segundo Caderno
29/08/03


Por entre as sombras de um tal Sacy Pererê, em muito mais que uma meia-noite de lua cheia
por Alexandre Mate
Jornal do FIT 2008 – Festival Internacional de Teatro – São José do Rio Preto/SP

Talvez, por conta de certos indícios documentais, seja possível precisar a origem do chamado teatro de sombras. Várias são as pistas e hipóteses, sobretudo visuais, acerca desta manifestação ao longo da história. Entretanto, a não ser que se volte para a origem da humanidade, é difícil apontar o momento em que o homem transformou sua fascinação de obra estática em obra-movimento. Se nos rituais de caça do homem primitivo, os animais desenhados nas paredes das cavernas eram imóveis, o simples tremular da chama das fogueiras, interposto entre a visão humana e o objeto, foi tudo de que necessitou esse homem para a ilusão ótica do movimento, e cujo auge foi conquistado pela linguagem cinematográfica. Os animais desenhados, por um fenômeno ótico-imaginativo “ganhavam vida” e relacionavam-se com o homem. Relação mediada pela capacidade imaginativa e premida tanto por necessidades táticas de sobrevivência (dominar os animais e caçá-los) como, e pode-se afirmar, por necessidades de transcendência e trânsito com o mistério (louvar e prestar tributos ao desconhecido). As formas ritualísticas: religiosas, estéticas, gastronômicas, amorosas... nos fascinam e são fundamentais a uma vida mais equilibrada, então: por que não seriam para os primeiros homens também?!

Aliás, bom lembrar, principalmente por aqueles que se deixam levar pelos chamados mistérios do mundo, como as crianças e os adultos (ainda não contaminados por uma vida totalmente sem graça), que a imaginação é o principal “músculo” do homem. Muitos gregos da Antigüidade, sobretudo alguns filósofos, diziam que este músculo era fundamental para a passagem da phisis (o natural) para a thesis (o criado). Por intermédio desta capacidade, não é de se estranhar a fascinação humana pelas cortinas, véus, panos, muros... como anteparos que facilitam ou dificultam o acesso ao humano e aos objetos materiais ou mesmo imateriais. Saber o que existe do outro lado, como é, concretamente, a coisa que se anuncia, dependendo do que se trate, pode levar do êxtase à enervação; da ansiedade à depressão; da mansidão à enervação. A dança do ventre, da tradição árabe, representa apenas um exemplo do fascínio humano pelo entre-quase-tudo-visto.

Imaginar o que existe do outro lado pode ser uma aventura fantástica. O homem é mesmo um curioso nato. Além de fingidores temos a potência dos (super homens) advinhadores, também. Esteticamente, a criação e o contato com as obras que ressignificam objetos e sentimentos pedem apenas uma entrega de abstração total, ou algo próximo disso. A totalidade de nós, tomada por um estado de soberania da percepção, dependendo dos estímulos, se deixa levar pelo captado pela visão. Se deixa captar de modo intrigado, fascinado e, tantas vezes, aquietado na aparência.

De modo bastante reduzido, o teatro de sombras compreende uma manifestação teatral em que Sombristas (manipuladores do teatro de sombra) dão vida, pelo rebatimento de luz em uma superfície plana e clara, a personagens, paisagens e objetos que, juntos ou separados, contam qualquer história. Sherazade diria: 1001 histórias, mas cujas exigências exigiriam a criação de uma narrativa sustentada por figuras recortadas e a destreza na manipulação dessas personagens, em relação.

A Cia. Teatro Lumbra, de Porto Alegre, fundada em 2000 por Alexandre Fávero. Segundo seu fundador, além da pesquisa com a linguagem e técnica do teatro de animação (ou de formas animadas como falaria a mestra Ana Maria Amaral), a Cia. cria seus espetáculos adotando temas ligados ao folclore brasileiro. Nesses tempos em que vivemos, dominados por tantos Homens Aranha, Hulks, Shreks, Harry Potters... é bom saber que há alguém (e agrupado) que ainda se motiva por assuntos tão mais perto e mesmo necessários a nós... Por aí, e de saída, agrupada à competência de seu trabalho, os integrantes do Lumbra já têm um destacado mérito. Em momento muito feliz, o grande autor russo Leon Tolstoi afirmou algo próximo a: “Canta a tua aldeia e cantarás o mundo.” Continuem, pois, “lumbreros”, a buscar esse canto universalista.

Entretanto, esse reconhecido mérito apresentado de saída se problematiza pela narrativa adotada pela Cia. Isto é, se para a totalidade de nós a fábula que conhecemos apresenta um Sacy Pererê, que é endiabrado, mas que ajuda a descobrir caminhos, em Sacy Pererê – A Lenda da Meia-Noite a personagem que nos é apresentada parece ser dominada por traços maus. Contribuem para isso: a silhueta, a música-tema de forte impacto, a risada perversa... Se, como afirmou Alexandre Fávero logo após a apresentação do espetáculo, em 12 de julho de 2008, no Teatro Santo André, o texto ter se fundamentado a partir de versão compilada por Monteiro Lobato, porque não mesclar humanidade e suavidade, ainda que matreira, à personagem infantil e que tanto fascina a criançada? Por que na hora do primeiro encontro entre o Aventureiro e o Sacy, de bonito efeito cênico: pelo jogo de luz e flutuação da tela, não se mesclar na luta, por entre os gemidos, alguns risos gostosos e matreiros?

O belo espetáculo, de acordo com a tradição do teatro de sombra apresenta as personagens projetadas, mas Alexandre Fávero trouxe o Aventureiro também corporificado para os olhos dos espectadores. Nesse caso, quando no palco, a luz de uma simples lamparina (ou lampião) é suficiente para emanar da personagem sua própria sombra na tela. Esta quebra da tradição sombrística é genial porque mostra o Aventureiro, concretiza a metáfora: medo da própria sombra. Talvez o Saci pudesse aparecer neste momento também, evocado por intermédio de algum recurso de projeção. Do mesmo modo, ainda, quando o Aventureiro vem à platéia, e algumas crianças próximas perguntaram aos pais o que ele procurava, talvez se devesse acrescentar algum índice visual preso ao corpo do Aventureiro, como o capuz, por exemplo.

A trilha sonora, de Gustavo Finkler, é composta por músicas cujas funções épico-alegóricas apresentam os dados e informações de que se tem necessidade para entender a fábula. Não combina, entretanto, as músicas apresentadas enquanto o público entra. Muitos defendem a tese, na qual acredito, que o espetáculo já começa quando o público adentra ao espaço de representação.

A cenografia, em estrutura de taquara, apresenta uma tela trapezoidal com outras duas telinhas menores, uma de cada lado, que inverte o trapézio em relação àquela principal, encimada por uma carcaça de cabeça de boi: trata-se de uma bela escultura. Entretanto, como assisti ao espetáculo mais deslocado do centro, muito se vê dos bastidores... Se esse for também um dos alvos dos criadores tudo bem; se não for, é preciso repensar a “escultura” para que os sombristas não sejam mostrados em processo.

Por último, e trata-se de uma apreensão subjetiva mesmo, penso haver muita citação religiosa. Pais, parentela, escolas e outras instituições fazem isso com muita competência.

Tais palpites são aqui apresentados tanto pelo respeito à obra e aos seus criadores como pelo fato de acreditar que uma reflexão crítica pode, também, pressupor um exercício de interlocução, cujo começo pode ser marcado, mas não seus desdobramentos. De outra forma, ainda, como o Festival Internacional de Teatro de São José de Rio Preto adota como mote os mil e um cantos e contracantos da textura, as intervenções aqui apresentadas buscaram guiar-se pelo rastilho de ilusão provocado pelas sombras das imagens projetadas e contidas por entre a visualidade das palavras.

Alexandre Mate
É ator, diretor e professor de História do Teatro e outras disciplinas no Instituto de Artes da Unesp e da desde Escola Livre de Teatro de Santo André. Mestre em Teatro pelo Departamento de Artes Cênicas da ECA-USP e Doutorando em História pela Unesp e USP Experiência de ensino no magistério superior


Pavão Misterioso e Sacy Pererê - A Lenda da Meia Noite
por Juliene Codognotto
15 de julho de 2008
http://www.bacante.com.br/critica/pavao-misterioso-e-sacy-perere-a-lenda-da-meia-noite/

Além de mostrar inquietações que já estão transformadas em cena, um encontro entre artistas, público e pensadores de arte pode sugerir inquietações novas, questionamentos novos e, sobretudo, passos para além do que está ali consolidado. Nesta intenção, o FIT Rio Preto trouxe discussões sobre temas diversos, por exemplo, a dramaturgia contemporânea - alvo de debate ao mesmo tempo divertido e áspero entre Fernando Bonassi, Kil Abreu, Marici Salomão e Newton Moreno. Discutir dramaturgia, porém, é recorrente - não somente em festivais, mas também no cotidiano de grupos e espaços culturais. Um das questões sugeridas pelo FIT, por outro lado, me chamou a atenção pelo posicionamento diante de um tema menos freqüente: a classificação dos espetáculos destinados especialmente ao público infantil. O festival adotou para a programação de 2008, a nomenclatura “Para todos os públicos”, abraçando a idéia de que, ainda que tenha sido feito para crianças, um espetáculo pode tocar espectadores de qualquer idade.

Claro que eles não são os parteiros da idéia, nem dá pra dizer quem seja. Já ouvi mais de uma vez que as peças do Ilo Krugli, por exemplo, são entendidas de maneiras diferentes por adultos e crianças, mas conseguem ser repletas de significados para ambos. Efeito semelhante pode ser atribuído ao palhaço que, ao mesmo tempo, diverte a criança de maneira muito descompromissada e desperta emoções nos adultos, justamente porque traz, em si, uma visão de mundo ingênua, pura - e muitas vezes ridícula - com a qual o adulto raramente se depara. Talvez esta possibilidade de despertar o olhar para as lógicas mais simples da vida - esteja em cena um palhaço ou qualquer outro personagem - seja o que há de mais valioso nas produções infantis. Mas isso, claro, é só uma hipótese entre tantas e só um dos motivos entre tantos para que um produção destinada às crianças seja interessante para todos os públicos.

Para exemplificar um pouco essa idéia em Rio Preto, elegi dois espetáculos que trabalham com temas da cultura popular brasileira - um deles, tomando por base o folclore, Sacy Pererê - a lenda da meia-noite, outro a literatura de cordel, Pavão Misterioso. Aí você, leitor esperto e perspicaz, vai dizer: ah, então é isso! A cultura popular é que torna as montagens interessantes para adultos e crianças! E vai pensar que eu tô roubando no jogo porque escolhi duas peças muito parecidas. Aí vou ter que te dizer: Bobinho! Nada disso! Sacy e Pavão não têm (quase) nada a ver um com outro. Sendo assim, se quando você viu que eu ia escrever de duas peças, esperava uma comparação, peço desculpas, mas te enganei. E tudo bem se você se sentir ofendido e quiser parar de ler agora. Não há nada que eu possa fazer, as peças são incomparáveis.

Este ponto, aliás, é o que mais me interessa: a possibiliade que o festival traz de perceber como é possível pensar temas semelhantes de maneiras muito diversas, e que contribuem para a cena teatral cada uma a seu modo. Pavão traz dois palhaços pra rua para contar, debaixo de uma seringueira gigante (e quando eu digo gigante, é porque ela é gigante mesmo), a história de um rapaz que se apaixona por uma condessa grega. Mais do que a história e mais até do que os bonecos utilizados na contação (feitos pelos próprios atores), o que faz dessa peça uma obra para todos os públicos é a sua execução simples, espontânea, entregue, com tempos de diálogo muito sincronizados e olhar atento percebendo o público o tempo todo. E por simples, não entenda que o trabalho seja pouco elaborado ou exija pouco dos atores. Tome-se por base que os dois deram conta de uma praçona lotada no gogó, trocando de roupa, tocando violão, manipulando bonecos e tudo mais.

No caso de Sacy, o que dá destaque à montagem é a originalidade. E, mais uma vez, não tô dizendo que os caras inventaram a roda, o que fizeram foi valorizar e utilizar de maneira radicalizada um recurso pouco comum e bastante arriscado. Trata-se do teatro de sombra, mas o mérito não é só a escolha da técnica. Escolher, por exemplo, um cenário que não esconda a manipulação das figuras que produz as sombras é um risco corrido por quem acredita na história que está contando e no trabalho realizado, a ponto de abrir mão da magia que seria trazida pelo mistério e a curiosidade dos shows de mágica. Sacy não é um show da mágica das sombras, é uma maneira diferente de contar uma história que, aliás, é outra escolha arriscada, pois o Sacy destes artistas sulistas não é aquele negrinho arteiro, porém simpático do Sítio do Pica-Pau Amarelo, mas um monstrinho que, aproximado da luz fica bem amedrontador - nada que se compare ao Carmen Fúnebre, vale dizer, para onde algumas mães incautas também levaram suas crianças. O suspense da história e a magia do Sacy atraem as crianças, enquanto os adultos ficam boquiabertos diante da técnica, simples e sofisticada ao mesmo tempo, a serviço de lançar um novo olhar sobre uma história já tão familiar.

No primeiro caso, Pavão, pode-se comprovar a aceitação de crianças pelas suas gargalhadas - que parecem fáceis, mas vai você fazer uma peça e experimente deixar as crianças entediadas por cinco minutos pra ver se as gargalhadas não somem. O público adulto, no entanto, estava ainda mais facinado, haja vista o coro que se formava a cada música - que os pais conhecem melhor que seus filhos. Dá até pra falar da terceira idade, já que as velhinhas sentadas na praça, inicialmente constrangidas com o rebolado da palhacinha, não deixaram de sorrir e aplaudir de pé. No segundo caso, Sacy, o cinegrafista da WTN pode dar voz aos adultos, pois elogiou pelo menos umas cinco vezes a montagem aos seus criadores no fim do espetáculo (Aqui talvez haja outro tipo de identificação, já que um dos artistas admitiu ser um cineasta frustrado por conta dos baixos incentivos à produção de cinema e ter encontrado no teatro de sombras a realização do mesmo ímpeto que atraía para o cinema). No caso das crianças, mãozinhas levantadas cercavam os artistas no final, doidas pra perguntar como é que se fazia tudo aquilo, quando um garotinho, acompanhado da avó - “três aninhos só”, dizia ela, valorizando o muleque - afirmou com convicção, do meio do corredor: “Eu adorei assistir a esse pestáculo (…) E eu ri também”.


CARTA PUBLICADA PARA ESTRÉIA
Jornal da Descentralização da Cultura – PMPA Porto Alegre/RS - 2003

Tem Sacy em Porto Alegre Num quéru dizê nada, ma uma côsa é certêra. Êssis buato que cumeçô a rundá pura aquí, qui u Sacy tá aparicenu nus tiatru da cidadi, di tardinha, cumecinho da noite, alí pur vorta dais séti ora, nais perirferia da capitar, é armação, du perssoar qui mexi cun curtura. A cosa tá sispaiandu in todus cantu, o persoar divurga nus jorná e o diãnho aparéci, di mala i cúia pra modi fazê suas trevessura. U muléqui feiz um instrago disgramado numa noiti di presentação dus gurí du tiatru Lumbra, lá pras banda da vila qui eu móro, nais quebrada da zona norti. Ôtra veiz cruzô si iscangaiando tôdu numa iscola qui u meu fio minór istuda, lá nu Jardim Urubatã, lá pras banda da zona sur. Fóra ais otra istripulia qui andô prontando pur essis zonaredo di deus nossinhor. I óia qui u povaredu sí dirvérti zoiando u tiatru di sombra i as luminicênsa qui vai alumiando o causo da lenda da meia noite. Côsa que só vendo prá módi creditá i intendê cumo é qui pódi. Purque é da pesti memo esse tar de sacyzinho, qui conseguiu, travéiz di umas brincadêra di luiz i sombra, si transformá im ispetáculo i si bandiá, lá das bibóca da caçuleta du interiorzão di sum paulo e das mina geral, prá cá, nessis fim di mundo i pru resto du Brasiu. Si ocê inda num viu u Sacy Pererê, provêita i sê siprepari, quarqué mumento podi di tá pererecando pra mó di ti dá um susto cum aquela risadinha disgranhada.

Di résto, a mór di resorvê a quistan, têmu muito satisfeto di pudê dá pinião nêssi inquérto i di aussilhá, juntu cum vóis micês tudu, essa perrênga di sacyzada. Credito qui nóis vai longe cum essa pirraça.

I num sisquêci di zoiá prus dos lado da sombra antis di pagá u candiêro pra módi intendê cumé qui é. Quarqué cosa têmo aí memo...

bração
 
Alexandre Fávero
Diretor da Cia Teatro Lumbra e do espetáculo Sacy Pererê – A Lenda da Meia-Noite
Porto Alegre/RS

 

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