Título: A Salamanca do Jarau
Gênero: Teatro de Sombras
Tipo: Espetáculo adulto para sala fechada.
Público e faixa etária: indicado para maiores de 14 anos
Tema: Regional gaúcho, inspirado na obra de João Simões Lopes Neto
Sinopse: O gaúcho pobre Blau Nunes encontra com o guardião da salamanca do Cerro do Jarau, que lhe convida a passar por sete provas em troca de sete poderes.Blau entra na gruta, passa pelas provas e conhece uma princesa moura com aparência de fada velha, que é a teiniaguá encantada pelo diabo indígena Anhangá-Pitã, a qual lhe oferece riquezas. Blau nega e pede seu amor em troca, mas não é atendido. Ao sair da gruta, recebe do guardião um amuleto amaldiçoado com o qual faz fortuna, porém, é difamado e isolado. Arrependido, Blau devolve o talismã e com isso liberta o sacristão e a teiniaguá de uma maldição de 200 anos. Os dois líberos formam um casal que dá origem ao povo gaúcho. O cerro se desfaz e Balu recupera a paz em sua vida.
Tempo de duração: 48 minutos
Concepção: É um espetáculo de teatro de animação para o público adulto, onde os sombristas interpretam os personagens e narram a história utilizando-se de luzes, sombras, objetos, figuras, silhuetas e o próprio corpo, numa dinâmica cinematográfica repleta de movimentos, cores e efeitos visuais.
A história é baseada no conto homônimo do gaúcho João Simões Lopes Neto, considerado um dos primeiros escritores modernistas do Brasil a aproveitar o folclore para fazer poesia e revelar segredos, sob a aparência de lenda, de assombrações e mistérios populares.
A Salamanca do Jarau é um trabalho cênico de pesquisa e registro folclórico que busca nas fontes mais profundas sobre o tema a sua base de concepção dramática e os possíveis desdobramentos para as experimentações com a linguagem do teatro de sombras.
A concepção plástica do espetáculo valoriza a estética simbólica e metafórica em diferentes planos, criando um universo onírico onde os sombristas e os acessórios de cena se combinam em múltiplas interpretações, funções e representações dramáticas, seja como objeto real ou sombras projetadas. A cenografia utiliza estruturas de sustentação de telas de projeção que se transformam através de movimentos mecânicos dos sombristas.
Estreia Março de 2007
Prêmio Açorianos de Teatro Adulto 2007-Porto Alegre/RS
-Melhor Iluminação – Alexandre Fávero
-Melhor Trilha Sonora – Bebeto Alves
Necessidades Técnicas
Área livre ideal
Pé-direito de 6.00 m de altura e palco com 10.00 m de frente por 12.00 m de profundidade. Caso não possua essas dimensões será realizada as adaptações necessárias.
Iluminação
-Isolamento de luz externa e controle de luz interna
-Vara de frente com 04 PAR brancas (conforme rider)
Alimentação de equipamentos
Carga máxima prevista de 3.500 watts
02 tomadas de 110v/proteção de 25 amperes
ou 02 tomadas de 220v/ proteção de 15 amperes
Tempo de montagem
ou desmontagem 90 minutos em condições ideais.
De 4 a 5 horas para adaptações em espaços sem condições ideais.
Release para divulgação
Espetáculo de teatro de sombras inspirado na obra de João Simões Lopes Neto e na pesquisa sobre o universo fantástico do conto A Salamanca do Jarau. As luzes e sombras guiam o espectador pelos descaminhos do gaúcho pobre Blau Nunes, que enfrenta sete provas no interior da gruta mítica do Cerro do Jarau.
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